Deputado(a) Distrital (DF) 1991–1994 · eleito(a) pelo PCdoB
Governador(a) (DF) 2011–2015 · eleito(a) pelo PT
Outras ocupações declaradas
Ministro de Estado, Ministério do Esporte 2003–2006
Ministro de Estado do Esporte desde 2003
Chefe de Cirurgia, Fundação Hospitalar do Distrito Federal desde 1989
Chefe de Cirurgia, Gama desde 1989
Histórico do mandato na Câmara (3 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PCdoB
03/02/2003AfastamentoMinistro de Estado · PCdoB
03/04/2006RetornoVoltou ao mandato · PCdoB
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
74%
Votou em 17 de 23 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
83%
10 de 12 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
100%
17 de 17 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 73 de 86 sessões deliberativas do plenário (85%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2006
85% · 73 de 86
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PCdoB-DF
Luiz Inácio Lula da Silva
74%
83%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PCdoB-DF
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
74%
Com o Governo
83%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
1 registros de participação (1 como titular, 0 como suplente).
Todas as participações como membro (1)
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 533/06 - COMPETÊNCIA DO STF (PERDA DE MANDATO) (PEC53306)· Titular2006–2007
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (arquivos frentesDeputados e orgaosDeputados, legislaturas 52 a 57).
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2022
R$ 61.678
Candidatura
PT-DF
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
30%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
ELEICAO 2022 ROSILENE CORREA LIMA SENADORCNPJ 47.448.070/0001-70 · Atividades de organizações políticasR$ 11.061
PARTIDO DOS TRABALHADORES - DISTRITO FEDERAL - DF - REGIONALCNPJ 01.633.890/0001-31 · Atividades de organizações políticasR$ 7.500
O próprio candidatoRecursos própriosR$ 3.700
FERNANDO NASCIMENTO SILVA NETOPessoa físicaR$ 3.000
JOSE BOLIVAR DA ROCHA CRUZ LEITEPessoa físicaR$ 2.518
FERNANDO TOLENTINO DE SOUSA VIEIRAPessoa físicaR$ 2.500
WASHINGTON LUIZ SOUSA SALESPessoa físicaR$ 1.900
DENISE APARECIDA RODRIGUES PINHEIRO DE OLIVEIRAPessoa físicaR$ 1.000
WILMAR LACERDAPessoa físicaR$ 1.000
ISA DE CASTRO DIASPessoa físicaR$ 1.000
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
No Executivo
Como os principais indicadores do território se moveram durante cada mandato.
Séries oficiais (IBGE, Banco Central e outras indicadas em cada cartão), comparadas ao início do mandato.
Variação no período não é prova de causa. Decisões levam meses ou anos para aparecer nos índices; Congresso, Judiciário, estados, municípios e o cenário externo também pesam. Use os números como ponto de partida, não como veredito.
Governador(a) do Distrito Federal · 01/01/2011 – 01/01/2015
Homicídios · Distrito Federal
por 100 mil hab.
Herdou
30,6 por 100 mil
2010
Deixou
30,5 por 100 mil
2014
Variação
−0,1
melhora
PIB (UF) · Distrito Federal
% a.a.
Herdou
7,0% a.a.
2010
Deixou
4,1% a.a.
2014
Variação
−2,9 p.p.
piora
Desemprego (UF) · Distrito Federal
%
Herdou
—
sem dado
Deixou
8,8%
4º tri/2014
Variação
—
neutro
A série não cobre o período inteiro: a comparação é parcial.
ICMS · Distrito Federal
R$ bilhões
Herdou
R$ 13,0 bi
2010
Deixou
R$ 15,2 bi
2014
Variação
+17,0%
neutro
Mortalidade infantil · Distrito Federal
por mil nascidos vivos
Herdou
12,0 por mil nascidos
2010
Deixou
11,0 por mil nascidos
2014
Variação
−1,0
melhora
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
Participações em empresas — 8 itens · R$ 547,8 mil (maior: R$ 291,5 mil)
Aplicações e depósitos — 3 itens · R$ 285,8 mil (maior: R$ 251,7 mil)
Veículos — 1 item · R$ 73 mil
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2014 · Governador · PT
R$ 16.651.626
Partido e outros candidatos 68%
Empresas 27%
Pessoas físicas 6%
PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRATICO BRASILEIRO - PMDB-DFPartido / outros candidatosR$ 7.590.000
VIA ENGENHARIA S. A.CNPJ 00.584.755/0001-80 · Construção de edifíciosR$ 3.700.000
PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRATICO BRASILEIRO - DIRETORIO NACIONALPartido / outros candidatosR$ 2.000.000
PARTIDO DOS TRABALHADORESPartido / outros candidatosR$ 950.000