Deputado(a) Estadual (SC) 1995–1999 · eleito(a) pelo PT
Prefeito(a) (SC) desde 2009 · eleito(a) pelo PT
Outras ocupações declaradas
Professor, Universidade da Região de Joinville - Univille 1990–1994
Professor, UNIVILLE 1990–1994
Professor, Colégio CIS 1983–1995
Professor, Colégio Celso Ramos 1982–1995
Histórico do mandato na Câmara (3 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PT
01/02/2007PossePosse na Sessão Preparatória · PT
31/12/2008SaídaRenúncia · PT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
81%
Votou em 332 de 409 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
99%
280 de 283 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
99%
326 de 330 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 827 de 939 sessões deliberativas do plenário (88%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
89% · 149 de 168
2004
88% · 127 de 145
2005
95% · 138 de 145
2006
86% · 115 de 133
2007
87% · 165 de 189
2008
84% · 133 de 159
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2008
PT-SC
Luiz Inácio Lula da Silva
75%
98%
99%
2007
PT-SC
Luiz Inácio Lula da Silva
78%
100%
100%
2006
PT-SC
Luiz Inácio Lula da Silva
80%
97%
93%
2005
PT-SC
Luiz Inácio Lula da Silva
88%
97%
100%
2004
PT-SC
Luiz Inácio Lula da Silva
85%
100%
100%
2003
PT-SC
Luiz Inácio Lula da Silva
94%
100%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2008
Partido
PT-SC
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
75%
Com o Governo
98%
Com o partido
99%
2007
Partido
PT-SC
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
78%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
2006
Partido
PT-SC
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
80%
Com o Governo
97%
Com o partido
93%
2005
Partido
PT-SC
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
88%
Com o Governo
97%
Com o partido
100%
2004
Partido
PT-SC
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
85%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
2003
Partido
PT-SC
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
94%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Gastos da
Verba mensal para despesas do mandato (passagens, escritório, divulgação…), reembolsada com nota fiscal.
Valores da época, sem correção pela inflação. Nos anos mais recentes o arquivo aberto pode ter menos notas que a consulta do site da Câmara (link ao lado).
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
31 registros de participação (20 como titular, 9 como suplente).
Cargos de direção e relatorias
Presidente – COMISSÃO ESPECIAL - PEC 272/00 - REGISTRO NOS CONSULADOS (PEC27200)2007
3º Vice-Presidente – Comissão de Finanças e Tributação (CFT)2005–2006
Todas as participações como membro (29)
Comissão Externa sobre Tragéria Climática em Santa Catarina (CEXTRASC)· Titular2008
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN)· Suplente2008
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2014
R$ 331.628
Candidatura
PT-SC
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 2.205 (1%)
EmpresasR$ 212.359 (64%)
Pessoas físicasR$ 84.293 (25%)
Recursos do próprio candidatoR$ 32.771 (10%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAISCNPJ 61.198.164/0001-60 · Sociedade seguradora de seguros não vidaR$ 100.000
PARTIDO DOS TRABALHADORESCNPJ 00.676.262/0001-70 · Atividades de organizações políticasR$ 95.000
CLAUDIOMIR MERSSPessoa físicaR$ 50.000
O próprio candidatoRecursos própriosR$ 32.771
ISMAELITA MARIA ALVES DE LIMAPessoa físicaR$ 10.000
TIGRE S.A. - TUBOS E CONEXOESCNPJ 84.684.455/0001-63 · Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso na construçãoR$ 10.000
MARIA MARINETE MERSSPessoa físicaR$ 10.000
LATINA PRODUTORA DE FILMES LTDACNPJ 15.212.597/0001-05 · Produção de filmes para publicidadeR$ 6.000
JANICE BEATRIS DA LUZPessoa físicaR$ 5.000
ROSIMERI COMANDOLLIPessoa físicaR$ 5.000
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
Patrimônio informado pelo próprio candidato ao registrar cada candidatura.
Valores da época, sem correção pela inflação; imóveis costumam ser declarados pelo valor de compra. Fonte: TSE – dados abertos, bens de candidatos.
2006 · Deputado federalR$ 279.501 · 6 itens
Créditos e direitos — 6 itens · R$ 279,5 mil (maior: R$ 118,8 mil)
2008 · PrefeitoR$ 378.311 · 10 itens
Créditos e direitos — 10 itens · R$ 378,3 mil (maior: R$ 118,8 mil)
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2008 · Prefeito · PT
R$ 1.800.775
Partido e outros candidatos 34%
Empresas 53%
Pessoas físicas 7%
Recursos próprios 6%
Diretório NacionalPartido / outros candidatosR$ 602.810