Professor, Universidade de São Paulo - USP desde 1983
Professor Catedrático de Análise Macroeconômica, USP desde 1983
Ministro de Estado, Ministério da Agricultura desde 1979
Ministro de Estado, Ministério do Planejamento 1979–1985
Ministro de Estado da Agricultura desde 1979
Ministro de Estado do Planejamento 1979–1985
Embaixador, Embaixada do Brasil em Paris, França 1975–1978
Embaixador do Brasil na França 1975–1978
Histórico do mandato na Câmara (3 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PPB
02/06/2003PartidoMudou de partido · PP
19/09/2005PartidoMudou de partido · PMDB
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
53%
Votou em 98 de 185 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
93%
68 de 73 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
95%
87 de 92 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 348 de 591 sessões deliberativas do plenário (59%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
62% · 104 de 168
2004
64% · 93 de 145
2005
63% · 92 de 145
2006
44% · 59 de 133
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PMDB-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
60%
82%
93%
2005
PMDB-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
52%
95%
100%
2004
PP-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
46%
100%
93%
2003
PP-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
59%
92%
94%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PMDB-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
60%
Com o Governo
82%
Com o partido
93%
2005
Partido
PMDB-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
52%
Com o Governo
95%
Com o partido
100%
2004
Partido
PP-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
46%
Com o Governo
100%
Com o partido
93%
2003
Partido
PP-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
59%
Com o Governo
92%
Com o partido
94%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
16 registros de participação (10 como titular, 6 como suplente).
Todas as participações como membro (16)
Comissão de Finanças e Tributação (CFT)· Titular2006–2007
COMISSÃO ESPECIAL - PL 334/07- LEI DO GÁS (PL033407)· Titular2006–2007
Comissão de Minas e Energia (CME)· Suplente2006–2007
Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE)· Titular2006
Comissão de Finanças e Tributação (CFT)· Suplente2006
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 1.800.000
Candidatura
PMDB-SP
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 550.000 (31%)
EmpresasR$ 1.150.000 (64%)
Recursos do próprio candidatoR$ 100.000 (6%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
DIRETÓRIO REGIONAL PMDB-SPPessoa físicaR$ 550.000
CAEMI MINERACAO E METALURGIA SACNPJ 31.865.728/0001-00R$ 300.000
PIRELLI PNEUS SACNPJ 59.179.838/0001-37R$ 250.000
COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMINIOCNPJ 61.409.892/0001-73R$ 150.000
IBAR ADMINISTRACAO E PARTICIPACAO LTDACNPJ 01.627.824/0001-59R$ 150.000
O próprio candidatoRecursos própriosR$ 100.000
BOLSA DE MERCADORIAS E TUTUROSCNPJ 54.641.030/0001-06R$ 70.000
SEMENGE SA ENG E EMPRCNPJ 76.491.620/0001-32R$ 50.000
B OLSA DE VALORES DE SAO PAULO - BOVESPACNPJ 61.694.865/0001-90R$ 50.000
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal SP
PPB 1111 · Eleito · 131.399 votos
1998 · Deputado federal SP
PPB 1111 · Eleito · 177.912 votos
1994 · Deputado federal SP
PPR 1111 · Eleito · 94.573 votos
Nome de urna: Antonio Delfim Netto
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.