Vereador(a) em Gravataí-RS 1973–1977 · eleito(a) pelo MDB
Prefeito(a) em Gravataí-RS 1993–1997 · eleito(a) pelo PTB
Outras ocupações declaradas
Secretário do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Estado do Rio Grande do Sul desde 2003
Secretário, Secretaria de Estado do Trabalho, Cidadania e Assistência Social 2003–2006
Assessor, Assembleia Legislativa 1999–2000
Assessor Superior, ALRS 1999–2000
Secretário, Secretaria de Estado da Região Metropolitana 1997–1998
Secretário da Região Metropolitana do Estado do Rio Grande do Sul 1997–1998
Secretário, Secretaria do Interior e Obras Públicas do Estado 1987–1991
Secretário, do Interior e Obras Públicas do Estado do Rio Grande do Sul 1987–1991
Histórico do mandato na Câmara (7 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PTB
03/02/2003AfastamentoSecretário de Estado · PTB
24/11/2005RetornoVoltou ao mandato · PTB
28/11/2005AfastamentoSecretário de Estado · PTB
31/03/2006RetornoVoltou ao mandato · PTB
03/01/2011PossePosse como Suplente · PTB
31/01/2011AfastamentoAfastamento de Suplente (automático) · PTB
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
89%
Votou em 24 de 27 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
93%
14 de 15 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
100%
23 de 23 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 71 de 87 sessões deliberativas do plenário (82%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2005
100% · 1 de 1
2006
81% · 70 de 86
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PTB-RS
Luiz Inácio Lula da Silva
89%
93%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PTB-RS
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
89%
Com o Governo
93%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Gastos da
Verba mensal para despesas do mandato (passagens, escritório, divulgação…), reembolsada com nota fiscal.
Valores da época, sem correção pela inflação. Nos anos mais recentes o arquivo aberto pode ter menos notas que a consulta do site da Câmara (link ao lado).
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
4 registros de participação (3 como titular, 1 como suplente).
Todas as participações como membro (4)
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 366/05 - CONCURSO PARA JUIZ DE PAZ (PEC36605)· Titular2006–2007
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 333.120
Candidatura
PTB-RS
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 21.515 (6%)
EmpresasR$ 216.000 (65%)
Pessoas físicasR$ 83.665 (25%)
Recursos do próprio candidatoR$ 11.940 (4%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
LAIRTON ANDRE AMARAL POSSANIPessoa físicaR$ 10.000
PURAS DO BRASIL S/ACNPJ 87.001.335/0001-02R$ 10.000
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal RS
PTB 1456 · Eleito · 75.003 votos
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2002 · Deputado federal · PTB
R$ 99.800
Empresas 39%
Pessoas físicas 56%
Recursos próprios 4%
EQUIPE COOPERATIVA DE SERVICOS LTDACNPJ 04.297.587/0001-01R$ 20.000