2002 · Deputado estadual · PT
R$ 20.420
- Pessoas físicas 2%
- Recursos próprios 98%
- O próprio candidatoR$ 20.000
- Bento Vieira RodriguesPessoa físicaR$ 200
- Edite da SilvaPessoa físicaR$ 120
- Sebastião João NunesPessoa físicaR$ 100

Deputado(a) federal · SC · 2014–2015
Nome civil: Francisco de Assis Nunes
Foto: Câmara dos Deputados
Vereador(a) · SC
1997
Eleito(a) em 1996 · PT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos Fonte: TSE – candidaturas 1996
Deputado(a) estadual · SC
1999–2003
Eleito(a) em 1998 · PT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos Fonte: TSE – candidaturas 1998
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
56%
Votou em 5 de 9 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
100%
4 de 4 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
100%
4 de 4 votos Sim/Não.
Esteve presente em 20 de 25 sessões deliberativas do plenário (80%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Verba mensal para despesas do mandato (passagens, escritório, divulgação…), reembolsada com nota fiscal.
Valores da época, sem correção pela inflação. Nos anos mais recentes o arquivo aberto pode ter menos notas que a consulta do site da Câmara (link ao lado).
Total em 2014
R$ 105.079
5 meses com despesa · média de R$ 21.016 por mês
Comparado aos deputados de SC
…
Partido e estado no ano
PT-SC
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
2 registros de participação (1 como titular, 1 como suplente).
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (arquivos frentesDeputados e orgaosDeputados, legislaturas 52 a 57).
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2022
R$ 174.860
Candidatura
PT-SC
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
68%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Maiores doadores
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado estadual SC
PT 13613 · Eleito · 31.749 votos
1998 · Deputado estadual SC
PT 13613 · Eleito · 21.677 votos
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2002 · Deputado estadual · PT
R$ 20.420