Secretário de Infra-Estrutura do Estado do Amapá 2003–2004
Secretário, Secretaria de Infraestrutura do Estado 2003–2004
Secretário, Secretaria de Planejamento do Estado 1991–1992
Secretário de Planejamento do Estado do Amapá 1991–1992
Assessor, Prefeitura Municipal desde 1990
Assessor, Prefeitura Municipal de Macapá desde 1990
Administrador Agrícola, Secretaria de Agricultura 1986–1988
Administrador Agrícola, Secretaria de Agricultura de Macapá 1986–1988
Histórico do mandato na Câmara (6 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PDT
12/02/2003AfastamentoSecretário de Estado · PDT
07/04/2004RetornoVoltou ao mandato · PDT
15/02/2005PartidoMudou de partido · PMDB
22/02/2005PartidoMudou de partido · S.PART.
28/02/2005PartidoMudou de partido · PMDB
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
56%
Votou em 88 de 158 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
88%
58 de 66 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
93%
82 de 88 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 268 de 380 sessões deliberativas do plenário (71%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2004
78% · 80 de 102
2005
78% · 113 de 145
2006
56% · 75 de 133
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PMDB-AP
Luiz Inácio Lula da Silva
66%
86%
97%
2005
PMDB-AP
Luiz Inácio Lula da Silva
47%
85%
91%
2004
PDT-AP
Luiz Inácio Lula da Silva
54%
92%
90%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PMDB-AP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
66%
Com o Governo
86%
Com o partido
97%
2005
Partido
PMDB-AP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
47%
Com o Governo
85%
Com o partido
91%
2004
Partido
PDT-AP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
54%
Com o Governo
92%
Com o partido
90%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
18 registros de participação (8 como titular, 9 como suplente).
Cargos de direção e relatorias
3º Vice-Presidente – Comissão de Defesa do Consumidor (CDC)2006–2007
Todas as participações como membro (17)
COMISSÃO ESPECIAL - PL 203/91 - POLÍTICA NACIONAL DOS RESÍDUOS (PL020391)· Suplente2006–2007
Conselho de Ética e Decoro Parlamentar (COETICA)· Suplente2006–2007
COMISSÃO MISTA DE ORÇAMENTO (CMO-06)· Suplente2006–2007
COMISSÃO ESPECIAL - PL 4679/01 - ADIÇÃO DE FARINHA DE MANDIOCA (PL467901)· Titular2006–2007
Comissão de Finanças e Tributação (CFT)· Suplente2006–2007
Comissão de Defesa do Consumidor (CDC)· Titular2006
Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional (CINDRE)· Suplente2006–2007
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 138.500
Candidatura
PMDB-AP
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 75.300 (54%)
EmpresasR$ 20.000 (14%)
Pessoas físicasR$ 25.500 (18%)
Recursos do próprio candidatoR$ 17.700 (13%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
COMITÊ FINANCEIRO ÚNICO PMDB-APCNPJ 08.133.031/0001-22R$ 75.300
EMPORT EMPRESA MARITIMA PORTUARIA LTDACNPJ 03.688.508/0001-12R$ 20.000
O próprio candidatoRecursos própriosR$ 17.700
ANGELA MARIA DE AMORIM ARRUDAPessoa físicaR$ 4.950
MOISES DE JESUS LIMA DA SILVAPessoa físicaR$ 4.950
ROSANGELA SOCORRO ROCHAPessoa físicaR$ 3.450
IZABEL SOUZA DA SILVAPessoa físicaR$ 3.000
IZABEL F. DA ROCHAPessoa físicaR$ 2.000
SERGIO DA COSTA QUARESMAPessoa físicaR$ 1.200
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal AP
PDT 1212 · Eleito · 10.082 votos
1994 · Deputado federal AP
PSB 4010 · Eleito por média · 4.411 votos
Nome de urna: Gervasio Augusto de Oliveira
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2002 · Deputado federal · PDT
R$ 17.999
Empresas 57%
Pessoas físicas 43%
M. G. MARTINS ROCHA - MECNPJ 03.070.039/0001-73R$ 7.099
Roseana de Barros Freitas OsórioPessoa físicaR$ 5.000
STRATEGIA PUBLICIDADE, PROPAGANDA E MARKETING LTDACNPJ 04.945.638/0001-56R$ 3.100
Augusto Rocha de Oliveiera NetoPessoa físicaR$ 2.800