Histórico do mandato na Câmara (2 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
05/04/2013PossePosse como Suplente · PT
27/08/2013AfastamentoAfastamento de Suplente (automático) · PT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
92%
Votou em 56 de 61 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
100%
43 de 43 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
98%
54 de 55 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 69 de 83 sessões deliberativas do plenário (83%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2013
83% · 69 de 83
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2013
PT-CE
Dilma Rousseff
92%
100%
98%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2013
Partido
PT-CE
Presidente (meio do ano)
Dilma Rousseff
Presença
92%
Com o Governo
100%
Com o partido
98%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Gastos da
Verba mensal para despesas do mandato (passagens, escritório, divulgação…), reembolsada com nota fiscal.
Valores da época, sem correção pela inflação. Nos anos mais recentes o arquivo aberto pode ter menos notas que a consulta do site da Câmara (link ao lado).
POSTO PITOMBEIRA/M FRANKLIM CASTRO GONDIMCNPJ 35.069.293/0001-48R$ 3.985
RAMALCNPJ 00.000.000/0000-06R$ 2.960
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
5 registros de participação (2 como titular, 3 como suplente).
Todas as participações como membro (5)
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 196/12 - VOTO ABERTO PARA PERDA DE MANDATO (PEC19612)· Suplente2013
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 454/09 - CARREIRA ÚNICA DE MÉDICO DE ESTADO (PEC45409)· Suplente2013
Grupo de Trabalho sobre a Nova Lei Eleitoral (GTELEIT)· Titular2013
Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCTI)· Suplente2013
Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC)· Titular2013
Frentes parlamentares
Frentes são grupos de deputados (e, nas mistas, senadores) reunidos em torno de um tema ou setor. Não votam nem aprovam leis, mas mostram interesses e alianças: entrar numa frente é declarar apoio à causa. É comum um deputado assinar dezenas delas.
54ª legislatura (2011–2015): 10 frentes
Frente Parlamentar da Causa QESA · 287
Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, Agronomia e Arquitetura no Brasil. · 250
Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Apicultura e Cajucultura - FPDAC · 219
Frente Parlamentar em Defesa da Segurança e Saúde no Trabalho. · 218
Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento de Assuntos da Faixa de Fronteira. · 214
Frente Parlamentar em defesa das Práticas Integrativas da Saúde (Frente Holística) · 214
Frente Parlamentar em Defesa dos proprietários e condutores de veículos sobre duas rodas · 203
Frente Parlamentar da Luta Contra a Endometriose · 202
Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às DST/HIV/AIDS. · 199
Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos · 199
O número ao lado de cada frente é a quantidade de deputados com perfil neste site que fazem parte dela. Os registros de frentes da Câmara são praticamente completos só a partir de 2011; antes disso, a lista é muito parcial.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (arquivos frentesDeputados e orgaosDeputados, legislaturas 52 a 57).
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2010
R$ 548.401
Candidatura
PT-CE
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 323.515 (59%)
EmpresasR$ 141.500 (26%)
Pessoas físicasR$ 61.386 (11%)
Recursos do próprio candidatoR$ 22.000 (4%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
ANA MARIA FERREIRA DE FREITASPessoa físicaR$ 9.000
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2016 · Prefeito · PT
R$ 419.198
Fundo partidário 10%
Partido e outros candidatos 52%
Pessoas físicas 28%
Recursos próprios 10%
PARTIDO DOS TRABALHADORESPartido / outros candidatosR$ 183.000
COMISSAO PROVISORIA ESTADUAL DO PARTIDO REPUBLICANO DA ORDEM SOCIAL - PROSPartido / outros candidatosR$ 77.000
O próprio candidatoR$ 42.002
Rachel Ximenes MarquesPessoa físicaR$ 18.500
Jose Pontes de Medeiros FilhoPessoa físicaR$ 16.000