Secretário de Governo do Estado de Mato Grosso 1995–1996
Secretário, Secretaria do Governo do Estado 1995–1996
Diretor-Presidente, Destilaria Guaricanga S.A. desde 1988
Diretor, CEBRADE 1979–1986
Diretor, Central Brasileira de Estágio 1979–1986
Secretário, Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos 1974–1976
Secretário Municipal de Obras e Serviços Urbanos 1974–1976
Bolsista, Sociedade Brasileira de Intercâmbio Cultural da USP, Europa desde 1967
Histórico do mandato na Câmara (4 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PPS
26/11/2004PartidoMudou de partido · PDT
06/01/2009PossePosse como Titular · PDT
12/04/2009SaídaFalecimento · PDT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
37%
Votou em 73 de 199 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
78%
40 de 51 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
99%
67 de 68 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 288 de 619 sessões deliberativas do plenário (47%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
34% · 57 de 168
2004
41% · 60 de 145
2005
47% · 68 de 145
2006
62% · 83 de 133
2009
71% · 20 de 28
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2009
PDT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
44%
86%
100%
2006
PDT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
54%
59%
97%
2005
PDT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
39%
73%
100%
2004
PDT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
27%
100%
100%
2003
PPS-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
14%
100%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2009
Partido
PDT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
44%
Com o Governo
86%
Com o partido
100%
2006
Partido
PDT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
54%
Com o Governo
59%
Com o partido
97%
2005
Partido
PDT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
39%
Com o Governo
73%
Com o partido
100%
2004
Partido
PDT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
27%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
2003
Partido
PPS-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
14%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Gastos da
Verba mensal para despesas do mandato (passagens, escritório, divulgação…), reembolsada com nota fiscal.
Valores da época, sem correção pela inflação. Nos anos mais recentes o arquivo aberto pode ter menos notas que a consulta do site da Câmara (link ao lado).
MGE3 COMERCIO DE ALIMENTOS LTDACNPJ 08.584.038/0001-60R$ 35
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
17 registros de participação (10 como titular, 6 como suplente).
Cargos de direção e relatorias
1º Vice-Presidente – Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN)2009
Todas as participações como membro (16)
Comissão de Minas e Energia (CME)· Suplente2009
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN)· Titular2006–2007
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 446/05 - PROCESSO ELEITORAL DE 2006 (PEC44605)· Titular2005–2007
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN)· Titular2005–2006
COMISSÃO ESPECIAL - MSC 183/04 - CONVENÇÃO DA ONU CONTRA CORRUPÇÃO (MSC18304)· Titular2004–2005
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 272/00 - REGISTRO NOS CONSULADOS (PEC27200)· Titular2004–2007
Comissão Externa sobre Enriquecimento de Urânio (CEXURANI)· Titular2004–2007
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 315.737
Candidatura
PDT-SP
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 961 (0%)
EmpresasR$ 274.483 (87%)
Pessoas físicasR$ 34.840 (11%)
Recursos do próprio candidatoR$ 5.453 (2%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
COSAN S/A INDUSTRIA E COMÉRCIOCNPJ 50.746.577/0029-16R$ 50.000
USINA SÃO MARTINHO S/ACNPJ 48.663.421/0001-29R$ 43.960
CONSUL VIX ENGENHARIA S/ACNPJ 33.144.940/0001-03R$ 40.000
ADMINISTRADORA E EDITORA VERA CRUZCNPJ 17.167.339/0001-80R$ 30.000
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal SP
PPS 2323 · Eleito · 87.090 votos
1998 · Deputado federal SP
PPS 2323 · Eleito · 52.162 votos
Nome de urna: Joao Herrmann
1994 · Senador SP
PPS 232 · Não eleito · 1.194.183 votos (5,1%)
Nome de urna: Joao Herrmann Neto
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2002 · Deputado federal · PPS
R$ 385.646
Empresas 100%
CAF - SANTA BARBARA LTDACNPJ 20.771.747/0001-50R$ 100.000
COSAN SA INDUSTRIA E COMERCIOCNPJ 50.746.577/0029-16R$ 55.000
CRISTALSERVECNPJ 01.979.841/0001-55R$ 50.000
U.T.C. ENGCNPJ 44.023.661/0001-08R$ 30.000
BANCO ABN AMRO REL SACNPJ 33.066.408/0001-15R$ 30.000