Vice-Prefeito(a) (MG) 1988–1992 · eleito(a) pelo PT
Prefeito(a) (MG) 1993–1996 · eleito(a) pelo PT
Outras ocupações declaradas
Consultor, IBAM e BDMG desde 1997
Professor de Português, Esc. Técnica do Vale do Aço 1985–1987
Professor de Português, Escola Técnica do Vale do Aço 1985–1987
Bancário, Banco Nacional 1982–1988
Histórico do mandato na Câmara (1 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
81%
Votou em 169 de 209 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
98%
136 de 139 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
99%
167 de 168 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 487 de 591 sessões deliberativas do plenário (82%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
91% · 153 de 168
2004
71% · 103 de 145
2005
81% · 117 de 145
2006
86% · 114 de 133
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PT-MG
Luiz Inácio Lula da Silva
88%
94%
98%
2005
PT-MG
Luiz Inácio Lula da Silva
84%
97%
100%
2004
PT-MG
Luiz Inácio Lula da Silva
69%
100%
100%
2003
PT-MG
Luiz Inácio Lula da Silva
90%
100%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PT-MG
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
88%
Com o Governo
94%
Com o partido
98%
2005
Partido
PT-MG
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
84%
Com o Governo
97%
Com o partido
100%
2004
Partido
PT-MG
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
69%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
2003
Partido
PT-MG
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
90%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
14 registros de participação (5 como titular, 8 como suplente).
Cargos de direção e relatorias
2º Vice-Presidente – Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC)2004–2005
Todas as participações como membro (13)
Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU)· Suplente2006–2007
Comissão de Minas e Energia (CME)· Suplente2006–2007
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN)· Titular2006–2007
COMISSÃO MISTA DE ORÇAMENTO (CMO-05)· Titular2005–2006
CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA (ALTOSEST)· Suplente2005–2007
Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU)· Titular2005–2006
Comissão de Minas e Energia (CME)· Suplente2005–2006
COMISSÃO MISTA DE ORÇAMENTO (CMO-04)· Suplente2004–2005
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN)· Suplente2004–2005
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 312.037
Candidatura
PT-MG
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 80.000 (26%)
EmpresasR$ 112.838 (36%)
Pessoas físicasR$ 70.411 (23%)
Recursos do próprio candidatoR$ 48.787 (16%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
DIRETÓRIO REGIONAL PT-MGPessoa físicaR$ 80.000
LUME COMUNICAÇÃO LTDACNPJ 65.146.375/0001-00R$ 50.000
CENTRO DE ONCOLOGIA E RADIOISOTOPOSCNPJ 01.591.880/0001-80R$ 8.500
KM ENGENHARIA E EQUIPAMENTOS LTDACNPJ 25.580.986/0001-47R$ 8.000
PAULO VIEIRA ALBRIGOPessoa físicaR$ 6.004
ROBERTO LUIZ PEREIRA RIBEIROPessoa físicaR$ 6.000
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal MG
PT 1308 · Eleito · 99.976 votos
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.