2022 · Governador · PROS
R$ 600
- Pessoas físicas 100%
- Luiz Santana de CarvalhoPessoa físicaR$ 600

Deputado(a) federal · SE · 2003–2007
Nome civil: Jorge Alberto Teles Prado
Foto: Câmara dos Deputados
Deputado(a) estadual · SE
1995–1999
Eleito(a) em 1994 · PMDB
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos Fonte: TSE – candidaturas 1994
Deputado(a) federal · SE
1999–2003 (previsto)
Eleito(a) em 1998 · PMDB
Deputado(a) federal · SE
2003–2007
Eleito(a) em 2002 · PMDB
Atuação na Câmara ↓Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos Fonte: TSE – candidaturas 2002
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
73%
Votou em 152 de 209 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
94%
120 de 127 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
95%
143 de 150 votos Sim/Não.
Esteve presente em 439 de 591 sessões deliberativas do plenário (74%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Verba mensal para despesas do mandato (passagens, escritório, divulgação…), reembolsada com nota fiscal.
Valores da época, sem correção pela inflação. Nos anos mais recentes o arquivo aberto pode ter menos notas que a consulta do site da Câmara (link ao lado).
Total em 2011
R$ 14.167
1 mês com despesa · média de R$ 14.167 por mês
Comparado aos deputados de SE
…
Partido e estado no ano
PMDB-SE
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
36 registros de participação (19 como titular, 13 como suplente).
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (arquivos frentesDeputados e orgaosDeputados, legislaturas 52 a 57).
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 171.000
Candidatura
PMDB-SE
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2022 · Governador SE
PROS 90 · Outra situação
2004 · Prefeito Aracaju (SE)
PMDB 15 · Não eleito · 9.488 votos (3,6%)
2002 · Deputado federal SE
PMDB 1555 · Eleito por média · 49.138 votos
1998 · Deputado federal SE
PMDB 1555 · Eleito · 39.677 votos
1994 · Deputado estadual SE
PMDB 15133 · Eleito por média · 8.511 votos
Nome de urna: Jorge Alberto Teles Prado
Patrimônio informado pelo próprio candidato ao registrar cada candidatura.
Valores da época, sem correção pela inflação; imóveis costumam ser declarados pelo valor de compra. Fonte: TSE – dados abertos, bens de candidatos.
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2022 · Governador · PROS
R$ 600
2004 · Prefeito · PMDB
R$ 198.695
2002 · Deputado federal · PMDB
R$ 194.837