Secretário de Estado, Secretaria Estadual de Saúde 2001–2002
Secretário de Saúde do Estado do Espírito Santo 2001–2002
Secretário Municipal, Secretaria Municipal de Saúde desde 1990
Secretário Municipal de Saúde desde 1990
Secretário de Saúde do Estado do Espírito Santo 1988–1989
Secretário de Estado, Secretaria Estadual de Saúde 1988–1989
Superintendente Regional, INAMPS 1985–1988
Professor de Ortopedia, UFES desde 1976
Histórico do mandato na Câmara (2 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PPB
02/06/2003PartidoMudou de partido · PP
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
88%
Votou em 184 de 210 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
80%
117 de 147 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
83%
149 de 179 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 527 de 591 sessões deliberativas do plenário (89%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
90% · 151 de 168
2004
84% · 122 de 145
2005
92% · 134 de 145
2006
90% · 120 de 133
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PP-ES
Luiz Inácio Lula da Silva
88%
70%
84%
2005
PP-ES
Luiz Inácio Lula da Silva
92%
80%
84%
2004
PP-ES
Luiz Inácio Lula da Silva
81%
79%
75%
2003
PP-ES
Luiz Inácio Lula da Silva
97%
92%
94%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PP-ES
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
88%
Com o Governo
70%
Com o partido
84%
2005
Partido
PP-ES
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
92%
Com o Governo
80%
Com o partido
84%
2004
Partido
PP-ES
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
81%
Com o Governo
79%
Com o partido
75%
2003
Partido
PP-ES
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
97%
Com o Governo
92%
Com o partido
94%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
25 registros de participação (15 como titular, 10 como suplente).
Todas as participações como membro (25)
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 366/05 - CONCURSO PARA JUIZ DE PAZ (PEC36605)· Titular2006–2007
COMISSÃO ESPECIAL - PL 5234/05 - PROTEÇÃO CRIANÇAS AMEAÇADAS DE MORTE (PL523405)· Titular2006–2007
COMISSÃO ESPECIAL - PEC 533/06 - COMPETÊNCIA DO STF (PERDA DE MANDATO) (PEC53306)· Titular2006–2007
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial (CDHMIR)· Titular2006–2007
Comissão de Saúde (CSAUDE)· Suplente2006–2007
Comissão de Viação e Transportes (CVT)· Suplente2006–2007
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 96.488
Candidatura
PP-ES
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 45.288 (47%)
EmpresasR$ 10.000 (10%)
Pessoas físicasR$ 36.400 (38%)
Recursos do próprio candidatoR$ 4.800 (5%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
COMITÊ FINANCEIRO ÚNICO PP-ESPessoa físicaR$ 45.193
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.