Diretor Administrativo e Financeiro, Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETEC 1991–1993
Diretor Administrativo e Financeiro, CETEC 1991–1993
Secretário Adjunto, Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais 1988–1990
Secretário Adjunto de Educação do Estado de Minas Gerais 1988–1990
Superintendente do Planejamento e Orçamento, Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais desde 1988
Diretor Administrativo, Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais desde 1986
Histórico do mandato na Câmara (2 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PL
27/02/2003PartidoMudou de partido · PTB
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
85%
Votou em 176 de 206 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
94%
135 de 144 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
97%
169 de 175 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 489 de 591 sessões deliberativas do plenário (83%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
86% · 145 de 168
2004
84% · 122 de 145
2005
83% · 120 de 145
2006
77% · 102 de 133
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PTB-PB
Luiz Inácio Lula da Silva
89%
97%
98%
2005
PTB-PB
Luiz Inácio Lula da Silva
78%
82%
89%
2004
PTB-PB
Luiz Inácio Lula da Silva
83%
96%
98%
2003
PTB-PB
Luiz Inácio Lula da Silva
97%
100%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PTB-PB
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
89%
Com o Governo
97%
Com o partido
98%
2005
Partido
PTB-PB
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
78%
Com o Governo
82%
Com o partido
89%
2004
Partido
PTB-PB
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
83%
Com o Governo
96%
Com o partido
98%
2003
Partido
PTB-PB
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
97%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
18 registros de participação (8 como titular, 9 como suplente).
Cargos de direção e relatorias
Relator – Comissão Especial sobre Lotação do Servidor Público (PEC 002/03) (PEC00203)2005–2007
Todas as participações como membro (17)
Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCTI)· Suplente2006–2007
Comissão de Viação e Transportes (CVT)· Titular2006–2007
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2010
R$ 114.500
Candidatura
PR-PB
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
EmpresasR$ 100.000 (87%)
Pessoas físicasR$ 2.400 (2%)
Recursos do próprio candidatoR$ 12.100 (11%)
Maiores doadores
JBS S/ACNPJ 02.916.265/0001-60R$ 100.000
O próprio candidatoRecursos própriosR$ 12.100
DIOGENES BORGES NASCIMENTOPessoa físicaR$ 2.400
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal PB
PL 2233 · Eleito por média · 37.224 votos
1998 · Deputado federal MG
PTB 1415 · Eleito · 58.953 votos
Nome de urna: Philemon Rodrigues
1994 · Deputado federal MG
PTB 1415 · Eleito por média · 40.378 votos
Nome de urna: Philemon Rodrigues da Silva
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.