Deputado(a) Estadual (SP) 1991–1995 · eleito(a) pelo PT
Deputado(a) Estadual (SP) 1995–1999 · eleito(a) pelo PT
Outras ocupações declaradas
Professor de Matemática desde 1977
Professor de Matemática, Rede Oficial de Ensino do Estado desde 1977
Professor de Matemática, Rede Oficial de Ensino do Estado de São Paulo desde 1977
Histórico do mandato na Câmara (1 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
90%
Votou em 189 de 209 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
99%
157 de 159 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
99%
185 de 187 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 548 de 591 sessões deliberativas do plenário (93%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
93% · 156 de 168
2004
92% · 133 de 145
2005
90% · 131 de 145
2006
96% · 128 de 133
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2006
PT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
82%
100%
98%
2005
PT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
96%
98%
100%
2004
PT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
90%
98%
98%
2003
PT-SP
Luiz Inácio Lula da Silva
97%
100%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2006
Partido
PT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
82%
Com o Governo
100%
Com o partido
98%
2005
Partido
PT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
96%
Com o Governo
98%
Com o partido
100%
2004
Partido
PT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
90%
Com o Governo
98%
Com o partido
98%
2003
Partido
PT-SP
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
97%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
20 registros de participação (13 como titular, 7 como suplente).
Todas as participações como membro (20)
Comissão de Educação (CE)· Titular2006–2007
Comissão de Trabalho (CTRAB)· Suplente2006–2007
COMISSÃO MISTA DE ORÇAMENTO (CMO-05)· Titular2005–2006
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 848.560
Candidatura
PT-SP
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 189.340 (22%)
EmpresasR$ 475.000 (56%)
Pessoas físicasR$ 160.720 (19%)
Recursos do próprio candidatoR$ 23.500 (3%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
COMITÊ FINANCEIRO ÚNICO PT-SPPessoa físicaR$ 106.326
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal SP
PT 1354 · Eleito · 142.812 votos
1998 · Deputado federal SP
PT 1354 · Eleito · 90.738 votos
1994 · Deputado estadual SP
PT 13154 · Eleito · 33.240 votos
Nome de urna: Luiz Carlos da Silva
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2002 · Deputado federal · PT
R$ 206.450
Empresas 43%
Pessoas físicas 38%
Recursos próprios 20%
COMPANHIA BRASILEIRA DE CARTUCHOSCNPJ 57.494.031/0001-63R$ 50.000