Histórico do mandato na Câmara (6 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
31/01/2003PartidoMudou de partido · PPS
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PPS
20/01/2004SaídaPerda de Mandato por Ato da Mesa · PPS
20/06/2008PossePosse como Suplente · PP
18/10/2008AfastamentoAfastamento de Suplente (automático) · PP
04/01/2011RetornoVoltou ao mandato · PP
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
71%
Votou em 34 de 48 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
96%
27 de 28 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
100%
34 de 34 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 151 de 201 sessões deliberativas do plenário (75%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
79% · 132 de 168
2004
100% · 1 de 1
2008
56% · 18 de 32
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2008
PP-MT
Luiz Inácio Lula da Silva
50%
86%
100%
2003
PPS-MT
Luiz Inácio Lula da Silva
81%
100%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2008
Partido
PP-MT
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
50%
Com o Governo
86%
Com o partido
100%
2003
Partido
PPS-MT
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
81%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Gastos da
Verba mensal para despesas do mandato (passagens, escritório, divulgação…), reembolsada com nota fiscal.
Valores da época, sem correção pela inflação. Nos anos mais recentes o arquivo aberto pode ter menos notas que a consulta do site da Câmara (link ao lado).
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
11 registros de participação (4 como titular, 6 como suplente).
Cargos de direção e relatorias
1º Vice-Presidente – Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional (CINDRE)2003–2004
Todas as participações como membro (10)
Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU)· Suplente2008
Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC)· Titular2008
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2006
R$ 51.263
Candidatura
PP-MT
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
0%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Partido e outros candidatosR$ 19.462 (38%)
EmpresasR$ 15.400 (30%)
Pessoas físicasR$ 16.401 (32%)
Até 2014, parte do que chegava pelo partido ou por comitês tinha sido doada antes por empresas ao partido.
Maiores doadores
COMITÊ FINANCEIRO ÚNICO PPS-MTCNPJ 08.138.862/0001-97R$ 19.462
VALDEMIR DE MELOPessoa físicaR$ 10.000
PARMETAL DIST. DE TIT. E VALORES MOBILIÁRIOS LTDACNPJ 20.155.248/0001-39R$ 10.000
ROSAURA LUZIA SOARES DA SILVA BORGESPessoa físicaR$ 900
LUIZ CARLOS FAVAROPessoa físicaR$ 800
CLEVES PINTO DE ALMEIDAPessoa físicaR$ 618
MARIA APARECIDA DE ARRUDAPessoa físicaR$ 143
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2002 · Deputado federal MT
PMDB 1511 · Eleito · 62.041 votos
1994 · Deputado federal MT
PPR 1111 · Eleito · 32.173 votos
Nome de urna: Rogerio Lucio Soares da Silva
Financiamento das campanhas
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2002 · Deputado federal · PMDB
R$ 179.300
Empresas 47%
Recursos próprios 53%
O próprio candidatoR$ 95.550
ELEIÇÕES-2002--CANDIDATO DANTE MARTINS DE OLIVEIRACNPJ 05.178.790/0001-13R$ 58.750
COMITE FINANCEIRO ESTADUAL DO PSDB-MTCNPJ 33.709.080/0001-08R$ 25.000