2004 · Vereador · PSDB
R$ 32.646
- Partido e outros candidatos 7%
- Pessoas físicas 76%
- Recursos próprios 17%
- Walter Correia de Brito FilhoPessoa físicaR$ 24.800
- O próprio candidatoR$ 5.670
- ROMULO JOSE DE GOUVEIAPartido / outros candidatosR$ 2.176

Deputado(a) federal · PB · 2007–2009
Nome civil: Walter Correia de Brito Neto
Foto: Câmara dos Deputados
Vereador(a) · PB
2005–2008
Eleito(a) em 2004 · PSDB → PFL
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos Fonte: TSE – candidaturas 2004
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
58%
Votou em 54 de 93 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
96%
46 de 48 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
100%
52 de 52 votos Sim/Não.
Esteve presente em 130 de 180 sessões deliberativas do plenário (72%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
10 registros de participação (4 como titular, 6 como suplente).
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (arquivos frentesDeputados e orgaosDeputados, legislaturas 52 a 57).
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2022
R$ 31.700
Candidatura
MDB-PB
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
95%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
De onde veio o dinheiro
Maiores doadores
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
2004 · Vereador Campina Grande (PB)
PSDB 45777 · Eleito por média · 3.182 votos
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2004 · Vereador · PSDB
R$ 32.646