Secretário de Estado, Secretaria de Trabalho, Cidadania e Assistência Social 1999–2002
Secretário do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Estado do Rio Grande do Sul 1999–2002
Histórico do mandato na Câmara (3 registros: posses, trocas de partido, licenças e saídas)
01/02/2003PossePosse na Sessão Preparatória · PT
01/02/2007PossePosse na Sessão Preparatória · PT
01/01/2009SaídaRenúncia · PT
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (cadastro, profissões, ocupações, histórico e mandatos externos), informados pelo próprio deputado ou pela Câmara. Campos em branco não foram informados.
Presença nas
73%
Votou em 296 de 404 votações enquanto estava no cargo.
Votou como o Governo orientou
96%
242 de 251 votos Sim/Não em que o Governo orientou Sim ou Não.
Votou com a maioria do próprio partido
97%
285 de 294 votos Sim/Não.
Presença nas sessões do plenário
Esteve presente em 776 de 939 sessões deliberativas do plenário (83%) realizadas enquanto exercia o mandato. Conta o registro de presença da sessão, mesmo sem votar; licenças e cargos no Executivo ficam fora da conta. Ausência pode ser justificada (missão oficial, saúde): a Câmara não detalha isso nesses dados.
2003
87% · 146 de 168
2004
83% · 121 de 145
2005
78% · 113 de 145
2006
83% · 111 de 133
2007
87% · 165 de 189
2008
75% · 120 de 159
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos (eventos e presença de deputados em eventos).
Ano a ano
O alinhamento com o Governo depende de quem governava: compare os anos de presidentes diferentes.
Presença e alinhamento por ano na Câmara
Partido
Presidente (meio do ano)
2008
PT-RS
Luiz Inácio Lula da Silva
68%
98%
98%
2007
PT-RS
Luiz Inácio Lula da Silva
74%
99%
98%
2006
PT-RS
Luiz Inácio Lula da Silva
81%
94%
96%
2005
PT-RS
Luiz Inácio Lula da Silva
71%
97%
100%
2004
PT-RS
Luiz Inácio Lula da Silva
76%
92%
93%
2003
PT-RS
Luiz Inácio Lula da Silva
68%
100%
100%
Presença e alinhamento por ano na Câmara
2008
Partido
PT-RS
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
68%
Com o Governo
98%
Com o partido
98%
2007
Partido
PT-RS
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
74%
Com o Governo
99%
Com o partido
98%
2006
Partido
PT-RS
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
81%
Com o Governo
94%
Com o partido
96%
2005
Partido
PT-RS
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
71%
Com o Governo
97%
Com o partido
100%
2004
Partido
PT-RS
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
76%
Com o Governo
92%
Com o partido
93%
2003
Partido
PT-RS
Presidente (meio do ano)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presença
68%
Com o Governo
100%
Com o partido
100%
Como votou
O voto em cada de mérito do ano, ao lado da posição do Governo.
Carregando votos
Comissões e outros órgãos
As comissões analisam as propostas por tema antes do plenário (algumas decidem sozinhas), fazem audiências públicas e fiscalizam o governo. Titulares votam; suplentes votam quando um titular do partido falta. Presidentes conduzem os trabalhos e definem a pauta; relatores dão o parecer sobre uma proposta ou investigação.
33 registros de participação (16 como titular, 12 como suplente).
Cargos de direção e relatorias
2º Vice-Presidente – Comissão Especial sobre a Lei da Anistia (CEANISTI)2008–2009
Dinheiro e bens (como carros e material cedidos) que o candidato declarou ter recebido para a campanha a deputado federal. São doações legais, informadas à Justiça Eleitoral na prestação de contas. Desde 2015, empresas não podem doar: o STF proibiu as doações de pessoas jurídicas. Para compensar, em 2017 foi criado o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC, o "fundo eleitoral"), que distribui dinheiro público aos partidos a partir de 2018; o fundo partidário, também público, existe há mais tempo. Valores da época, sem correção pela inflação.
Total recebido em 2022
R$ 132.892
Candidatura
PT-RS
Não eleito(a) (pode ter assumido como suplente)
Dinheiro público (fundos)
69%
do total veio do fundo eleitoral ou do fundo partidário
Repasses de fundos públicos aparecem em nome do diretório do partido que os enviou.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral – dados abertos, prestação de contas eleitorais (receitas de candidatos). A ligação entre a candidatura no TSE e o deputado na Câmara é feita por nome civil e data de nascimento.
Fonte: Câmara dos Deputados – dados abertos. Só votações nominais em plenário; votações simbólicas e de comissões não entram. "Sem voto registrado" pode ser ausência, licença, missão oficial ou cargo no Executivo: a Câmara não distingue nos dados abertos.
Eleições, bens e financiamento
O que a pessoa declarou ao Tribunal Superior Eleitoral em cada candidatura.
Eleições disputadas
Todas as candidaturas registradas no TSE, da mais recente à mais antiga, com votos e resultado.
Votos nominais somados de todas as zonas; percentual sobre os votos válidos. Fonte: TSE – dados abertos.
Receitas declaradas na prestação de contas de cada campanha: total, origem do dinheiro e maiores doadores.
Empresas puderam doar até 2014; o fundo eleitoral (FEFC, público) existe desde 2018. Pessoas físicas aparecem só pelo nome. Valores da época, sem correção pela inflação. Fonte: TSE – prestação de contas eleitorais.
2014 · Deputado estadual · PT
R$ 872.406
Partido e outros candidatos 16%
Empresas 57%
Pessoas físicas 15%
Recursos próprios 13%
REVITA ENGENHARIA S.A.CNPJ 08.623.970/0001-55 · Coleta de resíduos não-perigososR$ 150.000
ELEICAO 2014 RONALDO MIRO ZULKE DEPUTADO FEDERALPartido / outros candidatosR$ 135.481
CONSTRUTORA E PAVIMENTADORA PAVICON LTDACNPJ 88.256.979/0001-04 · Construção de rodovias e ferroviasR$ 110.000
O próprio candidatoR$ 110.000
HABITASINOS URBANIZADORA E INCORPORADORA LTDA.CNPJ 05.143.604/0001-00 · Incorporação de empreendimentos imobiliáriosR$ 67.500
2008 · Prefeito · PT
R$ 762.790
Partido e outros candidatos 34%
Empresas 48%
Pessoas físicas 7%
Recursos próprios 12%
Diretório EstadualPartido / outros candidatosR$ 238.000